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Sensor de proximidade indutivo: detecta a presença de metal sem encostar na peça. É o sensor mais usado em máquina, porque não tem parte móvel para desgastar e é pouco afetado por poeira e óleo na face.
Os três dados que decidem a escolha
1. Bitola do corpo. Os cilíndricos seguem a rosca métrica — M8, M12, M18 e M30 — e há também o formato retangular. Quanto maior a bitola, maior a distância que o sensor alcança.
2. Embutida ou não embutida. O sensor embutido (faceado) pode ser instalado rente ao metal do suporte, e em troca alcança menos. O não embutido (saliente) exige área livre em volta da face e alcança mais. No M18 da linha LM a diferença é essa: 5 mm faceado contra 8 mm saliente; no M30, 10 mm contra 15 mm. Escolher errado aqui é o motivo mais comum de sensor que "não detecta" ou que fica ligado direto.
3. Saída e ligação. Em corrente contínua, saída NPN ou PNP, com contato NA, NF ou NA+NF e cabo de 3 ou 4 fios. Em corrente alternada, 2 fios com contato NA ou NF. A conexão é por cabo ou por conector M12.
As linhas
LM8, LM12, LM18 e LM30 — cilíndricos, em corrente contínua e em corrente alternada. As linhas LM18 e LM30 têm versão faceada e versão saliente.
PR08, PR12, PR18 e PR30 — de corpo curto, para quando não há profundidade de montagem disponível.
LMF7, LMF37 e LMF380 — família LMF.
PS17 — de formato retangular.
BLME12, BLME18 e BLME30 — de distância sensora aumentada, para quando a bitola que cabe não alcança o que precisa detectar.
Uma armadilha de instalação
A distância declarada é medida com alvo padrão de aço. Alvo de outro metal — alumínio, latão, inox — reduz o alcance. Na dúvida, sobra de distância é mais barata que parada de máquina.











